Métodos X Resultados e a Terapia Japonesa EHT

Este artigo foi escrito aproximadamente na década de 50, porém quem o escreveu obteve milhares de resultados de cura na época. Transformou em uma metodologia que recentemente a Ultra Ciência trouxe para o Brasil de forma e metodologias Exclusivas. Leiam e vejam a lógica simples, objetiva desse artigo:

“Tenho o receio de que o método do nosso Tratamento – a Terapia Japonesa, praticado hoje pela Ultra Ciência, seja facilmente mal-entendido pelas pessoas em geral, de modo que resolvi aqui explicar esse ponto, detalhadamente.

O extraordinário poder de cura do nosso Tratamento que praticamos passou a ser conhecido por uma boa parcela do grande público, mas ouço dizer que existe ainda um considerável mal-entendido no meio da maioria das pessoas, especialmente em um grupo de especialistas, o que me levou a escrever este artigo, visando esclarecer essas pessoas.

Ouvindo as críticas feitas até hoje, verifiquei que não existe nenhuma queixa de que a Terapia Japonesa EHT é menos eficaz que o tratamento médico. Nesse caso, qual seria o ponto merecedor da crítica? Dizem os críticos que o método é que está errado. E que o método está errado por ser não-científico, baseado na superstição. Para refutar essa crítica, examinei o motivo de eles acharem o método não-científico e supersticioso, e verifiquei que o motivo alegado está em não usamos os meios materiais, como aparelhos e remédios. Ora, essa crítica é natural, porque eles consideram o corpo humano, objeto da terapia, simplesmente um animal, uma matéria. Em contraposição, entendemos que o corpo humano não é apenas matéria, mas possui um espírito invisível aos olhos, e que o ser humano é constituído por esses dois elementos, o corpo e o espírito. Além disso, entendemos que o espírito é o elemento principal, sendo o corpo movido pela ação do espírito, ou seja, pela vontade. Desnecessário dizer que a divergência está em que uns seguem a interpretação materialista e outros a interpretação espiritualista. Em uma palavra, entre a precedência do corpo e a precedência do espírito.

Desse modo, enquanto eles procuram curar a matéria com meios materiais, nós curamos o espírito através dos meios espirituais. Nesse caso, para decidir qual dessas duas concepções é a correta e qual a errada, precisamos saber com base em que conseguiremos chegarmos a uma conclusão correta — essa deve ser a chave para resolvermos a questão. Nesse caso, como condição para isso, o método para se chegar a uma conclusão absolutamente correta só pode ser aquele baseado em resultados efetivos; não existe outro.

Neste ponto, como a interpretação materialista tem por objeto a matéria visível aos olhos, é ela facilmente compreendida, ao passo que a interpretação espiritualista, tendo por objeto algo invisível aos olhos, como um vazio, sofre do inconveniente de não ser facilmente perceptível. Quando eles se aproveitam deste ponto e fazem críticas, levando em conta somente o método, sem se referirem nem um pouco aos resultados, essas críticas, por serem visíveis, são mais facilmente entendidas. Entretanto, na realidade, as doenças que os processos terapêuticos não conseguem curar, por mais que empreguem aparelhos e remédios, são por nós espantosamente curadas, sem que façamos uso de aparelhos e remédios, mas apenas com o movimento da palma da mão. Assim, resumindo a questão numa frase, diria que de um lado ficam aqueles que seguem teorias, mas não curam, e de outro aqueles que não seguem teorias, mas curam. Enquanto uns consideram mais importante o método, outros consideram mais importante o resultado. É preciso que prestemos atenção sobre essa diferença. Mas se, diante da teoria do método e da teoria do resultado, quisermos saber qual delas é a correta e qual é a errada, a resposta é por demais óbvia.

Se levarmos a lógica acima até as últimas consequências, chegaremos à conclusão de que se um método, embora científico, não produz resultados e não tem utilidade prática, o mínimo que se pode dizer é que ele não é uma ciência correta.

Ao contrário, se o método produz bons resultados, e tem utilidade prática, ele é uma ciência correta. A questão está na diferença entre o visível e o invisível. O primeiro seria uma não-ciência visível, e o segundo uma ciência não-visível.

Se alguém achar que a minha ideia está errada deve refutar os meus argumentos, e se não conseguir contestá-los e se convencer de que os mesmos estão corretos, então, o mais certo seria abandonar a teoria do método, e fazer o confronto entre a terapia materialista e a terapia espiritualista seguindo apenas o critério dos resultados. Somente assim podemos esperar o desenvolvimento de uma nova cultura realmente útil à humanidade.

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